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Polícia Descanso / SC

Cunhado de jovem morta carbonizada em Descanso é apontado como autor de incêndio pela polícia

O incêndio que matou Mauriceia Estraich, 22 anos, carbonizada em Descanso, no Oeste de Santa Catarina, foi provocado pelo cunhado dela, segundo informações da Polícia Civil.

01/07/2021 10h26
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Por: Redação Sou Catarinense Fonte: NSC Total
Mauriceia Estraich, 22 anos, foi carbonizada propositalmente, concluiu a investigação(Foto: Redes Sociais)
Mauriceia Estraich, 22 anos, foi carbonizada propositalmente, concluiu a investigação(Foto: Redes Sociais)

Autor do crime queria se relacionar com a jovem e teria provocado propositalmente o incêndio por ter sido proibido, por ela, de morar na mesma casa.

O incêndio que matou Mauriceia Estraich, 22 anos, carbonizada em Descanso, no Oeste de Santa Catarina, foi provocado pelo cunhado dela, segundo informações da Polícia Civil. Ele teria colocado fogo na casa da jovem, com gasolina, após ter sido proibido de morar na mesma residência que ela.

Indiciado por feminicídio, o suspeito está preso desde a data do crime, quando prestou depoimentos controversos à polícia. As informações foram divulgadas em coletiva de imprensa, na tarde desta quarta-feira (30).

O incêndio ocorreu na madrugada de 28 de março. A vítima, que estava sozinha em casa na noite do incêndio, foi encontrada morta já pela manhã. O fogo teria se espalhado rapidamente na parte de madeira da casa, conforme a ocorrência. O cônjuge dela não estava em casa e não foi considerado suspeito pela investigação porque, segundo a polícia, ele dormia na casa do pai.

À frente do caso, o delegado Cléverson Luis Müller disse que o indiciado precisava de um local para morar mas foi proibido por Mauricéia de se mudar para a casa dela, o que causou desentendimentos entre ambos.

- Outros familiares do companheiro de Mauricéia iriam se mudar pra casa dela na semana seguinte, mas o cunhado não foi aceito por ela e ficou desamparado, não tendo para onde ir - explica o delegado.

Mensagens trocadas entre autor e vítima antes do assassinato, e analisadas pela investigação, deixaram clara a justificativa da proibição ao cunhado: ele teria dado em cima dela, quando já casada, e a espiava com intuito sexual.

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